02 janeiro 2013

Esmeralda é a cor de 2013


Como acontece anualmente, a Pantone acaba de anunciar a cor de 2013, que será o verde-esmeralda.

 

"Simbolicamente, o esmeralda traz uma sensação de renovação, clareza e rejuvenescimento, que é tão importante no mundo de hoje", diz Leatrice Eiseman, diretora executiva da empresa.

 

A cor esmeralda deverá estar presente em artigos de moda, decoração e beleza neste ano.

 

Veja abaixo a total especificaçao da cor eleita para este ano:

 





E o que é Pantone ?




Pantone Inc., é uma empresa sediada em Caristadt, New Jersey conhecida pelo seu sistema de cor, largamente utilizado na indústria gráfica.

 

A Pantone foi fundada em 1962 por Lawrence Herbert, que foi diretor da companhia.

 

Entre os primeiros produtos estavam os Guias Pantone, que consistiam num grande número de pequenos e finos cartões impressos num dos lados com uma série de cores relacionadas e então unidos num pequeno livro, utilizados em empresas de maquiagem.

 

Em teoria, a ideia do sistema Pantone é escolher as cores desejadas dos guias e então utilizar os números para especificar de que forma exata que se vai imprimir ou produzir o que se deseja, em qualquer parte deste planeta . Por exemplo, podemos pedir à empresa que imprima o trabalho utilizando a cor Pantone 655 e a empresa terá instruções sobre como produzir a cor 655 no seu equipamento. Desta forma, o produto final será exatamente o pretendido.

 

As cores Pantone, descritas pelo seu número, encontraram também lugar na legislação, como nas cores das bandeiras. O Parlamento da Escócia debateu uma medida para definir que a Bandeira escocesa seja produzida como Pantone 300. Da mesma forma, outros países como Canadá  e Coreia do Sul indicam cores Pantone Específicas para utilização, quando da produção das bandeiras. 

 

A lista de números de cor e valores da Pantone pertence a propriedade Intelectual da Pantone e o uso gratuito da lista não é autorizado .

 

 








28 dezembro 2012

Item do Dia

Nós gostamos desta versão das caveiras, feita por jackie jóias, que também colocou um toque criativo sobre a forma da Shamballa.

E já está mais do que na hora da TEOR postar algumas informações sobre essa onda de caveiras.

Dentre algumas versões dessa over dose de caveiras, há quem diga que a coisa toda começou quando o artista inglês Damien Hirst, em agosto de 2007 vendeu uma caveira de platina cravada com diamantes.

A venda foi feita a um grupo de investimentos pelo preço pedido, ou seja US$ 100 milhões.

Moldada a partir da caveira de um homem europeu de 35 anos que viveu no século 18, e conservando os dentes originais, a caveira é revestida com 8.601 diamantes, incluindo um grande diamante cor-de-rosa que vale mais de 8 milhões de dólares no centro de sua testa.

 





A caveira causou sensação quando Hirst em 3 de junho de 2007 a colocou numa exposição de tabalhos novos White Club, em londres - entre outras razões devido a seu preço.

Hirst, ganhou fama expondo animais retalhados em conserva, vendeu seu armário de remédios pela Sotheby´s, em Londres, por 9,6 milhões de libras e tornou a caveira sua obra mais cara.

Ele disse desde o início que queria que a obra, inspirada em caveiras astecas também cravadas de jóias, ficasse exposta para o público.





Em contraponto, há quem diga que o talento Alexander McQueen, que usou caveiras em suas estampas e aplicações metálicas, teve a responsabilidade pela divulgação desta moda através de um lenço, com caveiras estampadas que ele deu para ningém menos do que Kate Moss.

A partir desta aparição de Kate não demorou para que as caveiras estivessem estampadas em muitas peças de roupas e acessórios pelo mundo inteiro. 

 

 Na verdade as caveiras forma sempre objetos de desejo dos punks, dos góticos e dos roqueiros. Já não há mais a associação de seu uso como um símbolo da morte e sim de renascimento de longevidade e sobretudo de igualdade. é uma maneira de nos lembrarmos que todos somos iguais.

 




 E falando de igualdade, a TEOR tem uma coleção de peças bem diversificadas com as caveirinhas significando positividade e com precinhos muito igualitários, para que todas vocês possam usar acessórios novos e lindos em todas as ocasiões...

















27 dezembro 2012

Olha só a novidade que encontramos e estamos passando para você


Designers do Brooklyn ( NYC ),  Dana Hurwitz e Vince Barile pensaram neste colar, feito com trava para fechamentos de janelas, fechaduras de portões. E ficou lindo, ousado, original, e fecha bem fechado, seu colarinho. E também exige uma certa personalidade para ser usado. Dá uma olhadinha - www.bond.hardware.com

 

Aqui, na TEOR, temos uma coleção de colares lindos, com bastante personalidade, a partir de R$ 19,90.

17 dezembro 2012

A História do Chapéu Panamá




Quando os exploradores espanhóis, no Século XVI, chegaram até o litoral do que hoje seria o Equador, perceberam que os índios  nativos  usavam uma chapéu muito parecido  com as “tocas” usadas por freiras e viúvas, e daí, chamaram o tal chapéu de toquillas e a palha usada para fazer as suas tranças também foi rapidamente chamada de palha toquilla.
 

Os espanhóis usaram a mão de obra dos índios tecelões para trançar chapéus conforme a Moda Européia, da época e já no século XVII, chamaram uma região que abrigava os artesãos mais experientes  de Montecristi.

A fama destes chapéus leves, se espalhou pela Europa e no século XVIII,  o Rei Carlos IV, de Espanha, encomendou vários chapéus para sua mulher, a Rainha Ludovica. Os botânicos e estudiosos da época, perceberam que a palmeira que produz a palha para a confecção destes chapéus, é cultivada somente na região do Equador e se desenvolve de 100 a 400 metros de altitute. A partir de então, determinou-se que o nome desta planta seria Carludovica Palmeta, em honra aos reis, que consumiam a produção de chapéus de palha toquilla.

Em 1836, o Equador se tornou independente da Espanha e um espanhol chamado Manuel Alfaro, instalou a primeira facção industrial, investindo em plantações próprias e admitindo artesãos de Montecristi para a produção que era em grande parte vendida no Panamá .
 

A partir de 1845, a província andina  de Cuenca resolveu instalar uma fábrica de chapéus. Verdadeiramente inovando, contratou artesãos de Montecristi para ensinar a trama para quem quisesse aprender, utilizou a palha mais grossa, para que as peças fossem produzidas mais rapidamente, inventou formas de madeira, ferramentas  e um processo de clareamento da palha. Inciou-se assim uma atividade que foi a maior geradora de divisas para toda a região.

Por volta de 1848, houve o que se chamou de Febre do Ouro, com a corrida de todos para a Califórnia. O caminho mais próximo era o ístmo do Panamá, onde os trabalhadores compravam os tais chapéus que foram largamente divulgados como Panamá Hat. Eloy Alfaro, filho de Manuel Alfaro, aumentou os negócios da família , em 1850 exportava milhares de chapéus ao Panamá e se tornou, também, presidente deste país.


Em Paris,1855 uma feira internacional, teve os chapéus de palha toquilla expostos por um francês, que vivia no Equador. E, por não haver nenhum expositor deste país nesta Feira, os chapéus foram comercializados como Chapéus do Panamá e assim fizeram parte da Moda francesa, sendo usados até por seu Imperador, Napoleão III.

A moda francesa adotou o Panamá Hat. As exportações continuaram crescendo para os Estados Unidos, Europa, África do Sul e Cuba, que importava quantidades imensas  para seus trabalhadores nas culturas de açúcar e tabaco. A Guerra também fez com que muitos combatentes se protegessem do sol com os chapéus do Panamá, o que também fez a produção crescer assustadoramente.

Em 1906, quando da construção do Canal do Panamá, os trabalhadores usavam os mesmos chapéus que os índios e locais usavam e difundiram esta moda nos Estados Unidos que se consolidou ainda mais, quando o Presidente Roosevelt apareceu divulgando as obras do canal, usando um Panamá Hat.

Em 1944, desacelerou-se a exportação de cacau, no Equador e o maior item de exportação se tornou o Chapéu de palha toquilla, que deve sua popularização também porque os astros de Hollywood usavam este chapéu dentro e fora das telas. Filmes como Casablanca e E o ventou levou, divulgaram bastante a moda deste chapéu.

Em 2010 a TEOR traz para sua coleção inovadora de chapéus, os famosos Panamás legítimos, com preços mais acessíveis, formas diferenciadas e muitas cores. Informando os novos conceitos   de uso, como adaptar os tamanhos, como decorar seus Panamás . Como conservar seu chapéu, jamais segurando-o na copa, apenas manuseando a aba, fazem com que cada novo usuário de chapéu se encante com nossas coleções e informações de Moda.

Neste Verão, em 2012 a nova coleção traz Panamás femininos alvejados, macios como seda para tornar seu conforto ao sol cada vez maior.

                  Feliz Panamá Novo para todos vocês